Quando menina, ela gostava de deslizar lentamente para fora das cobertas no meio da noite. Debaixo daquele código de silêncio, algo do mais profundo dentro dela tinha frêmitos de prazer com o ruído calmo da fricção dos tecidos. Seu corpo se deixava arrastar deliciosamente, como o de uma cobra, até o chão. Depois, levantando-se, ela [...]